
A Bolsa de Chicago (CBOT) cotou o vencimento setembro/23 a US$ 5,04, redução de 17,00 pontos. Já dezembro/23 encerrou em US$ 5,13 e desvalorizou 17,25 pontos. Março/24 registrou queda similar, sendo vendido a US$ 5,25 e recuo de 16,75 pts.
A desvalorização ocorreu porque o mercado comemorou as chuvas de fim-de-semana no Cinturão do Milho e, fora isso, ainda terá mais 10 dias com bastante chuvas para Iowa e Minnesota; o que significa colheita farta.
No Brasil, a Bolsa Brasileira (B3) também sentiu a pressão do mercado internacional e as cotações recuaram 2% e ficaram na faixa de R$ 55,40 e R$ 66,50.
O vencimento setembro/23 ficou em R$ 55,40 e queda de 0,89%. Novembro/23 valeu R$ 59,07 com perda de 1,48%. Janeiro/24 foi negociado a R$ 62,57 e recuo de 1,90% e março/24 a R$ 66,50 com perda de 1,79%.
Apesar do cenário negativo, os vendedores observam o abastecimento internacional com o fim do Acordo de Grãos do Mar Negro, que tem dificultado a exportações de produtos agrícolas da Rússia e Ucrânia. Pode ser que a demanda externa se direcione para o Brasil.
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