"Está na hora da Conab se manifestar", diz Ibrafe sobre preço mínimo do feijão

Produtores de feijão de Goiás, Minas Gerais, Bahia e São Paulo estão esperando ansiosos por uma manifestação da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) acerca dos preços abaixo do mínimo que os estados têm recebido pelo produto durante toda esta semana.

Os agricultores até resistiram o quanto puderam, nos últimos dias, em aceitar ofertas desvalorizadas na esperança de que a Conab confirme se comprará ou não o excedente.

A Conab afirma que o Governo Federal fará estoques públicos e o próprio presidente Lula (PT), durante entrega do Plano Safra 2023/24 a pequenos agricultores, garantiu que regulará os preços mínimos como uma espécie de referência para não prejudicar o produtor rural. Mas, até o momento, não há uma resposta clara da Companhia sobre quando e de que forma a entidade regulará os preços.

Hoje, o feijão-carioca sai a R$ 208,92 e o feijão-preto por R$ 210,30.

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