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Cultivo do pepino japonês: Da plantação em estufa ao uso de bioestimulantes

De acordo com dados da Associação Brasileira do Comércio de Sementes e Mudas (ABCSEM), em 2022, foram comercializadas mais de 34 milhões de sementes do pepino japonês; o que equivale a uma área plantada de mais de 1,37 mil hectares.

São Paulo, Paraná e Minas Gerais são os estados com maior área produtiva, muito embora esse cultivo seja feito também em Goiás, Rio de Janeiro e Espírito Santo e em outras partes do Braisl onde haja colônia japonesa.

O cultivo do pepino japonês, geralmente, é feito em ambiente protegido, com controle, total ou parcial, de um ou mais fatores edafoclimáticos, como temperatura, luminosidade, ventilação e umidade. 

A vantagem desse tipo de cultura é que você consegue produzir o ano inteiro, protege o solo e reduz os problemas fitossanitários. A irrigação é feita por gotejamento junto com a água, o que aumenta a eficiência do uso dos fertilizantes e proporciona uma melhor nutrição das plantas.

Agora, essa prática pode ser aprimorada também com o uso dos bioestimulantes, que são substâncias naturais ou sintéticas aplicadas em plantas para melhorar o crescimento e resistência ao estresse biótico e abiótico.

Eles podem ser pulverizados na planta, em tratamento das sementes ou mesmo em aplicação no solo.

Uma vez em contato com o vegetal, eles ajudam na absorção de nutrientes, na fotossíntese, formação de raízes e até na produção de hormônios vegetais.

Mas, atenção: os bioestimulantes não são considerados fertilizantes, pois não fornecem nutrientes essenciais às plantas, mas atuam como ativadores metabólicos, promovendo o aproveitamento eficiente dos nutrientes disponíveis.

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