
Os cientistas estão em alerta sobre as mudanças climáticas e as alterações na temperatura do mundo em 2023.
A probabilidade para este ano ser "infernal" é muito grande e os pesquisadores já resgistraram picos de 45 graus na Espanha, 43 graus na gélida China e até a média mundial, semana passada, foi estimada em 17,01°C.
Desde meados do século 20, os dias não eram tão sufocantes. No mês passado, por exemplo, o mundo registrou o junho mais quente já catalogado, segundo relatório do Serviço de Alterações Climáticas Copernicus da União Europeia.

Os pesquisadores dizem que os oceanos estão com temperatura 5 graus mais quentes do que o habitual, resultado do aquecimento global e do fenômeno El Niño.
O mundo fica mais quente à medida em que o Homem queima combustíveis fósseis e lança poluição na atmosfera. Por isso, os estudiosos garantem: este ano será o mais calorento já registrado.
O recorde ainda está em 2016, que manifestou o El Niño, digamos assim, fora das medidas. Mas, 2023 promete ferver o planeta.
Preparem-se!
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