Adubação biológica é capaz de aumentar a produtividade e diminuir os custos


A compactação do solo é uma das grandes dificuldades que os produtores do Brasil encontram no dia a dia. Isso acontece porque a própria atividade agrícola altera a diversidade da terra; fazendo com que ela perca mais de um terço das propriedades vitais.
O problema é que ter um solo compactado é sinônimo de menor produtividade das lavouras porque prejudica o crescimento das plantas. E, para corrigir a pobreza do solo, os agricultores aplicam os adubos químicos que também têm eficácia limitada e causam danos ao ecossistema.
Por isso, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), criada durante o Governo do presidente militar Emílio Garrastazu Médici, em 1972, defende o uso de adubação orgânica que, além de aumentar a produtividade, protege o meio ambiente.
A adubação biológica é feita com recursos da própria fazenda. O produtor tem uma biofábrica, com equipamentos necessários para a produção do adubo biológico, criado a partir de excrementos animais e resíduos vegetais, água e um componente usado na fermentação.

Segundo a Sociedade Nacional de Agricultura (SNA), a adubação biológica diminui cerca de 56 milhões de quilos de emissão de CO2 na atmosfera, melhora a saúde vegetal e incrementa a produtividade.
O adubo orgânico é capaz de trazer benefícios rapidamente à lavoura, restabelecendo a biodiversidade microbiana do solo e o condicionamento de suas propriedades químicas, físicas e biológicas.
Fora todos esses benefícios, a adubação biológica não tem custos ao produtor e zera o investimento em métodos mecânicos de descompactação do solo.
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