CNA aponta 7 prioridades para o agronegócio na Reforma Tributária


O presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins, disse, em reunião com presidentes de federações agrícolas brasileiras, nesta quarta-feira (5), que a Reforma Tributária proposta pelo Governo Lula (PT) deve taxar o agronegócio em até, no máximo, 20% da líquota padrão. E que pequenos e médios produtores não deveriam ser incluídos no IVA, mas teriam direito a um regime especial de tributação para o setor agropecuário e a pesca.
Além desses pontos, mais 5 foram tratados no encontros, como a incidência de imposto seletivo sobre insumos agropecuários ou sobre alimentos; taxação do IPVA sobre aeronaves agrícolas e tratores; tributação do IVA sobre a remuneração do produtor rural; garantia de que os créditos tributários sejam ressarcidos em até 60 dias e que não sejam estornados e adequado tratamento ao ato cooperativo.
As críticas em torno da Reforma Tributária devem-se ao fato de que oposição e categorias profissionais alegam que o imposto aumentará demasiadamente para toda a cadeia econômica do Brasil, além de que o texto não é claro.
O agornegócio, por exemplo, poderá ser taxado nas exportações. Mas, ainda assim, a CNA diz que apoiará a proposta petista, se os sete pontos discriminados forem respeitados.
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Fonte: Canal Rural






