
A cana-de-açúcar é um dos orgulhos do agro brasileiro, mas será que vai conseguir brilhar na COP30? Líder mundial, o Brasil aposta na sustentabilidade da cana para impressionar na conferência climática de 2025, em Belém. Com a queima de palha quase eliminada e o etanol vendido como “combustível do futuro”, o setor quer provar que é verde.
“A cana é a base da bioeconomia brasileira e pode liderar a transição energética global”, afirmou Evandro Gussi, presidente da Unica, ao Canal Rural. Porém, custos altos e a lentidão na adoção de novas tecnologias ameaçam o plano.
Em 2024, a produção de etanol atingiu 30 bilhões de litros, com exportações crescendo 5%, segundo a Unica. A cana também impulsiona o biocombustível de aviação (SAF), com incentivos do governo.
Com a COP30 no horizonte, a cana está novamente no centro do palco, mas a falta de investimento e os desafios logísticos podem ofuscar seu brilho.
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