
Os preços do milho começaram esta quinta-feira (8) em queda na Bolsa de Chicago (CBOT).
Os contratos futuros mais distantes recuaram até 6,00 pontos.
O vencimento julho/23 era cotado a US$ 6,00, um tombo de 4,00 pontos. Setembro/23 valia US$ 5,19 com perda de 5,25 pontos. Dezembro/23, US$ 5,24 com queda de 6,00 pontos, assim como março/24, que foi negociado a US$ 5,34.
O clima propício nos Estados Unidos, um dos maiores produtores do mundo junto com Brasil, Argentina, China e União Europeia, é um dos fatores que têm derrubado as cotações.
Juntos, eles respondem por 73,9% da produção global.
No Brasil, por exemplo, 3º maior produtor do grão, a produção de milho aumentou aproximadamente 75% nos últimos 22 anos e está estimada em 126 mi de toneladas nesta temporada. Ou seja, equivale a 10,78% do quantitativo total produzido no planeta.
Os agricultores brasileiros têm expectativas de aumentar a produção em 11,2% (12 mi de toneladas) em virtude da expansão das áreas plantadas em quase 760 mil hectares.
O cenário internacional, no entanto, é de redução do grão em 4,7%.
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