
As plantações de soja da Argentina estão sofrendo com as condições climáticas no país.
Segundo o monitor de culturas do Geoglam, que compartilha os dados com o Sistema de Informação do Mercado Agrícola (AMIS), a Argentina, que é uma das três maiores produtoras do grão do mundo - junto com Estados Unidos e Brasil, tem tido rendimento tão baixo que só o estado do Mato Grosso sozinho ficaria no lugar dela no ranking do Foreign Agricultural Service (FAS), do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos.
Levantamento do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) projetou a produção de soja no estado, durante a safra 2023/2023, em 41,46 milhões de toneladas. A Argentina, no mesmo período de comparação, é estimada em 33 milhões de toneladas pela agência americana.
O clima adverso tem interferido no desenvolvimento das lavouras. Geadas precoces, falta de recursos hídricos e o calor extremo, que gerou graves incêndios florestais, são algumas das razões naturais ao longo da estação.
Já no Brasil e Estados Unidos, as condições são favoráveis.
Em solo americano, por sinal, os agricultores creem numa boa safra, segundo preveem os centros meteorológicos. Da mesma forma, Ásia e Europa também estão otimistas, com Ucrânia enfrentando desafios para escoar e a China semeando de vento em popa.
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