
Rico em cálcio, vitaminas e proteínas, o leite é o alimento mais consumido do mundo.
Segundo dados da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO/ONU), o mundo consome anualmente 589 milhões de toneladas do alimento ou dos seus derivados.
Ao todo, 83% do leite que é consumido no mundo vem da bovinocultura, mas búfalas já são responsáveis por 14% dessa produção; assim como as cabras (2%), ovelhas (1%) e as fêmeas de camelo com 0,3%.
O Brasil está entre os 10 países que produzem mais de 60% do leite do mundo. Em território nacional, por sinal, o leite também é uma necessidade e está entre os seis alimentos mais ingeridos.
Especialistas garantem que o Brasil possui aptidão para a produção leiteira porque tem excelente estrutura fundiária, disponibilidade de mão-de-obra, clima favorável e está dentro da zona de conforto para a produção animal, de grãos e forrageiras.
Quem vê a indústria do leite tão preparada na atualidade nem imagina que o leite é produzido desde 8.000 a.C, mas o processo de conservação era muito difícil. Foi só em 1934, com a Revolução Industrial que o método de pasteurização foi desenvolvido para auxiliar no armazenamento, higienização e manutenção do laticínio.
Hoje, o processo de produção exige vigilância e análise correta durante toda a cadeia até a chegada ao consumidor final. O laticínio passa por uma longa e tecnológica operação, que vai desde a ordenha até a conservação, embalagem e transporte.
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