Agronegócio e recursos naturais são trunfos do Brasil para o mundo


Já falamos aqui para vocês que o banco Goldman Sachs, um gigante americano sediado em Nova York, especialista em investimento e gestão de valores mobiliários, soltou um estudo preparado por ele mesmo que cita as principais nações do mundo a se tornarem potências mundiais e os países que têm diferenciais que podem dar as ordens na guerra geopolítica.
Pois bem. O Brasil tem dois pontos cruciais para a tomada de decisão no planeta: o agronegócio e os recursos naturais.
É do Brasil as commodities que mantém a cadeia de alimentos global, mas também estão em solo nacional as grandes reservas de minerais como fosfato, níquel e lítio que ajudam no sustento do conjunto de suprimentos necessários às atividades do mundo.
Os produtores brasileiros são líderes em exportação de commodities e no agronegócio da América Latina.
E, de fato, os resultados conquistados pelos ruralistas é de tirar o fôlego. Eles fecharam 2022 com vendas de US$ 159 bilhões para o mercado externo. Boa parte desse valor ái veio das exportações de milho, soja e carne. Um aumento nas vendas externas de 32% em relação a 2021, mas sem deixar faltar nada para o consumo interno do país.
Podemos até ter a China e os Estados Unidos como principais parceiros comerciais, é verdade. Com as duas potências em "pé-de-guerra", o cenário é meio volátil para quem compra e vende deles. Mas, o certo é que o trunfo é nosso e, se o governo brasileiro souber utilizá-lo, o agronegócio pode sustentar o Brasil por muitos anos e não falamos apenas de alimentos, não. Mas, é preciso que a gestão petista permita o setor ser competitivo. Se puder, na frente, mas nunca atrás dos seus parceiros globais.
Siga as nossas redes sociais:
Siga o Jornal do Agro Online no Telegram e receba diariamente as principais notícias do Agro:
https://t.me/jornaldoagroonline
Curta nossa página no Facebook:
https://www.facebook.com/profile.php?id=100090837996028
Instagram: https://www.instagram.com/jornaldoagroonline/
TikTok: tiktok.com/@jornaldoagroonline






