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Marfrig volta a ficar na frente de concorrentes em mais um ranking internacional

A Marfrig subiu cinco pontos percentuais (de 39% a 44%) na edição 2023 do ranking global de combate ao desmatamento Forest 500, informou a empresa na terça-feira (27).

"Quando consideramos os últimos dois ciclos de avaliação, o aumento é de dez pontos percentuais, demonstrando a evolução da companhia e sua liderança entre as empresas do setor no Brasil", disse a empresa em comunicado.

Divulgado nesta semana, o ranking compila e analisa dados das 350 empresas e 150 instituições financeiras mais influentes do mundo que atuam em cadeias de abastecimento com risco de desmatamento como couro, óleo de palma, soja, gado, madeira, papel e celulose. Para compor a lista, anualmente a organização ambiental britânica Global Canopy verifica se as companhias abordam os riscos de desmatamento por meio de suas políticas, compromissos assumidos e medidas contra o desmatamento.

A Marfrig é a mais bem avaliada na commodity proteína bovina – que está diretamente ligada ao negócio – e cresceu ainda mais sua pontuação no novo levantamento, atingindo 16 pontos percentuais acima do segundo colocado.

“A Marfrig tem investido consistentemente em sustentabilidade como parte de sua estratégia de negócio e de uma governança sólida sobre o tema – e isto é refletido no excelente desempenho da companhia no Forest 500 ano a ano. O resultado é consequência do forte compromisso e das entregas da companhia por meio do programa Verde+”, disse Paulo Pianez, diretor de Sustentabilidade e Comunicação Corporativa da Marfrig, no comunicado.

O programa tem como meta alcançar uma pecuária de baixo carbono, 100% rastreada, livre de desmatamento, inclusiva e mais produtiva e rentável.

No novo ciclo do Programa Verde+, anunciado durante a COP 28, a companhia investirá R$ 100 milhões em frentes como recuperação e transformação, restauração ecológica, agropecuária regenerativa e melhoria genética do rebanho. A empresa se compromete a controlar 100% de sua cadeia de fornecimento de gado (direta e indireta) até 2025 nos biomas Amazônia e Cerrado (que era 2030). A Marfrig já monitora 100% dos fornecedores diretos em todos os biomas brasileiros. Em 2023, atingiu 85% de rastreamento dos indiretos no bioma Amazônia e 71% no Cerrado.

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