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Referência mundial na exportação de proteína animal, o Brasil avança na avicultura

O Brasil, que já é um considerável exportador de proteína animal para o mundo, agora, pode avançar nos negócios da avicultura. 

É que, como a gripe aviária se espalhou pelos países vizinhos, o Brasil continua livre da influenza aviária e trabalha para suprir o mercado nesse momento desafiador.

- Temos que celebrar isso, pois é uma vitória do Brasil não ter nenhum caso de influenza aviária. E, caso a doença chegue aqui, nós também já estamos preparados para segregar e erradicar o foco - explicou o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santim.

O Brasil já é o maior exportador mundial de carne de frango e o segundo maior produtor, abocanhando 35% do mercado. Mas, o setor acredita que pode avançar mais; já que, em tempos de crise de alimentos, é para o mercado nacional que as demais nações centram as atenções.

Também pudera: enquanto que Estados Unidos, Canadá e Austrália estimam um acréscimo de até 10% na produção, o Brasil vai muito além e projeta 41% de alta para poder atender clientes poderosos como China, Emirados Árabes Unidos, Filipinas, União Europeia e a Coreia do Sul.

O consumo de frango cresce sobremaneira quando a carne bovina ou suína está mais cara, pressionando as famílias a procurarem um substituto. Nesse caso, a primeira opção é o frango que, só em 2021, o Brasil abateu 6,18 bilhões de cabeças, uma alta de 2,8% com relação ao ano anterior.

Os ovos também seguiram o mesmo recorde e chegaram a 3,98 bilhões de dúzia em 2021, uma variação de 0,2% frente ao ano anterior.

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